Partidos políticos usaram recursos do fundo partidário para custear a contratação de escritórios de advocacia para defender políticos em ações de improbidade administrativa, inquéritos policiais e até em processos tributários.
Nesta semana, os ministros decidiram que o PMDB terá que devolver R$ 100 mil aos cofres públicos por ter contratado um escritório de advocacia para cuidar da defesa do ex-secretário do Turismo, hoje vice-prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins (foto), filiado pela legenda, que foi envolvido na Operação Voucher da Polícia Federal, que apurava um suposto esquema de desvio de recursos públicos na pasta. Parecer da Controladoria-Geral da União inocentou o peemedebista, que nega participação em irregularidades.
Em outro processo, a área técnica do TSE chegou a recomendar ao plenário a punição do PP com a devolução de R$ 435 mil gastos com defesas de seis políticos.
