Na ultima terça-feira (1), a Defensoria Pública da União (DPU) de Feira de Santana, em atuação conjunta com a Defensoria do Estado da Bahia, entrou com ação civil pública visando à suspensão das obras do BRT (Bus Rapid Transit ou Transporte Rápido Por Ônibus) de Feira de Santana, alegando existência de irregularidades no procedimento de financiamento adotado pelo Ministério das Cidades e Caixa Econômica Federal, que culminou na seleção do projeto do BRT.
Em entrevista o secretário de planejamento de Feira de Santana, Carlos Brito, explicou que o município já cumpriu o prazo regimental e legal.
"Já estamos 'calejados' disso. Nunca vi juntar Defensoria do Estado com a Defensoria da União contra um projeto aprovado e sacramentado pelo Governo da União, mas o direito estabelece que cada um pode fazer o que entender e o município mais uma vez vai descaracterizar isso para não deixar a obra parar. Agora é aguardar a decisão do juíz, que acredito que vai ser favorável ao município e na parte ordinária vamos provar tecnicamente", disse Brito.
"Cabe a nós nos municiarmos como defensores dessa cidade, pois sabemos a origem e a pretensão de quem está por trás disso", concluiu.